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CNJ solidariza-se com pessoas portadoras de deficiência

O Presidente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ), Isaías Kalunga, garantiu, nesta quarta-feira 02.12, em Luanda, pressionar a efectivação da obrigatoriedade que as empresas têm em reservar, no seu quadro de trabalhadores, a quota de 2 a 4 por cento de vagas a portadores de deficiência.

Para saudar o dia Nacional da Pessoa Portadora de Deficiência que se assinala esta quinta-feira, 03.12, o líder do CNJ, que se tem engajado em acções solidárias com os mais carenciados, dentre os quais alguns portadores de deficiência, afirmou que conhece as dificuldades desta franja da sociedade e garantiu advogar, junto das instituições afins, medidas que promovam o empoderamento do portador de deficiência, facilitando assim a sua empregabilidade nos mais variados sectores.

Esta obrigação consta do Decreto presidencial n°12/16 de 15 de Janeiro e, vigora em substituição do anterior n°21/82, de 22 de abril, sobre os requisitos à reserva de vagas de postos de trabalho, às instituições públicas e privadas.

Isaías Kalunga, que se revela igualmente preocupado com a questão de acessibilidade que condiciona a mobilidade dos invisuais e “cadeirantes”, compromete-se em angariar apoios dos parceiros sociais do CNJ visando a remoção de tais obstáculos.

Recorde-se que, o último Censo Geral da População e Habitação (2014) indica que, há em Angola, mais de 650 mil pessoas portadoras de deficiência.