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Paludismo cria caos em hospitais e Clínicas de Luanda

Por: Fernando Lucas

Nos últimos três meses, a população assistiu grandes amontoados de lixo, moscas e mosquitos,  que desde então, passaram a fazer parte das famílias  de todos os cidadãos que residem na capital do País. E como consequência, devido a mudanças Climáticas, várias doenças, estão a se manifestar no organismo de muitas pessoas, dentre elas, está o “Paludismo,” a Malária, e a Febre Tifoide.

O Primeiro, fez ronda em alguns Hospitais e Clínicas de Luanda, para saber sobre os números do “Paludismo”, tendo em conta a transição de Clíma, no Hospital Geral de Luanda,  e no Hospital da Vila, segundo o que constatamos, encotra-se completamente lotado de pacientes que deram entrada com casos graves de Paludismo.

Dando sequência à Clínica “Geny,” localizado no Município do Talatona, bairro da Fubú, tio Isaac, assim como é chamado pelos seus pacientes, Director Geral daquela Clínica, disse que, por dia, são cerca de 30 à 50 pacientes que dão entrada naquela unidade sanitária com casos graves de Paludismo, o que descreve como sendo números assustadores.

“(…) aqui na Clínica por dia entra 30 à 50 pessoas com casos de Paludismo e em segundo lugar está a Febre Tifoide, que por dia entra 20 à 35 pessoas, e esta situação está a nos preocupar(..)” lamentou.

O nosso levantamento, conclui que, cada família que reside em Luanda, três a quatro pessoas estão doentes de paludismo e febre tifoide.