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Colégio Santo Agostinho: Sem condições de biossegurança, mas dispara o preço das propinas

COLÉGIO SANTO AGOSTINHO ACUSADO DE ESTAR MAIS PREOCUPADO COM A SUBIDA DE PROPINAS EM DETRIMENTO DAS CONDIÇÕES DE BIOSSEGURANÇA”

Se por um lado, maior parte das instituições de Ensino mostram-se preocupadas com a segurança de seus estudantes contra o novo coronavírus, por outro lado, estudantes do colégio Santo Agostinho, em Viana, Calemba 2, Farmácia, acusam aquela direcção de preocupar-se mais com o aumento dos preços- propina mensal-, exclusão de algumas disciplinas do curriculum estudantil, bem como a exclusão de certos docentes.
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A denúncia chegou à nossa Redacção às 8h00 desta Quarta-feira, através de grupo de estudantes afectos à instituição, que mais do que espantosos com tais intenções também prometem, nos próximos dias, abandoná-la e influenciar os demais.
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“Nós não vamos aceitar tais subidas, uma vez que não somos /fomos os causadores da pandemia. Se eles continuarem, confessamos, vamos abandonar a referida instituição e influenciar os demais “, ameaçaram.
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Por outro lado, os queixosos alegam que se a instituição fosse realmente aquele que estivesse preocupada com a dor dos encarregados desempregados, obviamente, não haveria necessidadea de se pensar no aumento das propinas porque a situação está difícil para todo o mundo.
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“[…] Essa atitude demonstra claramente que estamos perante uma instituição capitalista, que só pensa no dinheiro. Pois não possível sairmos de 7.500.00 para 13.000.00. Vê-se que não estão preocupados com o sofrimento dos seus parceiros- Encarregados de Educação”, acusaram.
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Por seu turno, a equipe do Jornal “O PRIMEIRO” não se limitou apenas às denúncias como também foi ao encontro da parte acusada para, no entanto, fazer justiça ao princípio sagrado do jornalismo- Princípio do Contraditório. Ora, no local, o director financeiro Hélder Tiago, desmentiu e disse tratar-se apenas de um reajuste. Ainda de acordo com Tiago, tais medidas resultaram de um acordo estabelecido com os encarregados de Educação, numa das reuniões tidas.
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“Não se trata de aumento algum, mas sim de pequenos reajustes. Aliás, os encarregados dominam o assunto”, desmentiu.
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Questionado, na ocasião, sobre o porquê de excluírem algumas disciplinas do curriculum estudantil, Tiago, respondeu ter sido apenas uma intenção.
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“Nós, enquanto Escola, tínhamos tal intenção, ora felizmente foi abortada”, garantiu.
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De lembrar que a instituição em causa- Santo Agostinho -, existe há meses. Todavia, possui dezessete salas, dois cursos (Punível e Saúde) e, acima de tudo, conta com 1.624 estudantes destruídos em dois turnos- Manhã e Tarde.