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Empreendedores angolanos clamam por mais apoio do Executivo

Angolanos têm recorrido ao empreendedorismo para fazer face ao alto nível do desemprego, como nos contam os empreendedores ouvidos pelo Primeiro, que aproveitaram o momento para apelar ao executivo mais apoios e atenção.

Os empreendedores nos diferentes sectores da economia, ouvidos pelo jornal, são unânimes em afirmar que o Executivo deve criar políticas de incentivo e a facilitação ao crédito bancário, como nos conta o empreendedor na área de beleza e estética, Fernando Cambundo Manuel:

“Existe vários jovens com ideias de negócios brilhantes, mas infelizmente não têm como começar, então, eu acho que o governo tem que olhar nesses empreendedores com ideias brilhantes, ajudando com um financiamento inicial do seu empreendimento e não, também um acompanhamento” disse o empreendedor.

Ainda aos nossos microfones, Fernado Manuel disse que começou a empreender por gosto:

“Sou jovem de 22 anos, e desde pequeno gosto de desafios e coisas difíceis, foi com esse meu jeito de ser que me fez empreender no ramo da Barbearia e Comércio. Tudo por paixão, e notei que no meu bairro faltava mesmo uma barbearia, as pessoas se deslocavam de uma distância longa para tratar e cortar o cabelo, então foi ai que decidir abrir a Barbearia So Good, cortes e comércio” Finalizou.  

   Já para a empreendedora na área da decoração dee ventos, Maria da Glária Vera, diz que o Executivo deve criar condições e políticas que facilitem os empreendedores, bem como a constituição das suas empresas.

“Atualmente muitos empreendedores têm passado por muitas dificuldades, para que a sua empresa ganhe um lugar no mercado angolano. No entanto, eu penso que se governo arranjar ou melhorar as condições no sentido de ajudar os empreendedores a conseguirem reconhecimento das suas empresas e assim posteriormente terem um lugar no mercado Angolana” disse.

Do outro lado, o empreendedor Arthur Teixeira, é da opinião que o governo deve influenciador as instituições bancárias, para que os jovens possam ter acesso ao crédito.
“Eu acho que é necessário que o governo aumente os apoios institucionais e as acções formativas, bem como influenciar as instituições bancárias, para que os jovens empreendedores com projectos viáveis possam ter acesso ao crédito, de modo a promover o emprego para os demais jovens e não só” finalizou.