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Ex gestor do fundo soberano na China foi executado por corrupção e bigamia

Lai Xiaomin foi condenado à morte no início deste mês, numa sentença rara na China contra um importante líder económico, com o tribunal a considerá-lo culpado de ter recebido mais de 215 milhões de euros em subornos e ter tentado obter mais 13 milhões, atribuindo-lhe ainda responsabilidade por um desvio de fundos públicos de 3,1 milhões de euros.

Na história da China moderna, este já é considerado o “maior caso de corrupção financeira” daquele país envolvendo um alto dirigente.

De acordo com uma curta notícia publicada no jornal Diário do Povo, Lai foi executado “de acordo com os procedimentos legais e com a aprovação do Supremo Tribunal Popular da China”, envolvendo ainda uma condenação por bigamia, por ter vivido “muito tempo com outras mulheres” fora do casamento, das quais tinha “filhos ilegítimos”.