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Orçamento do Estado para 2021 na Guiné-Bissau prevê aumento de impostos

O Orçamento do Estado para 2021 na Guiné-Bissau, que começou hoje a ser discutido no parlamento, prevê um aumento dos impostos e taxas a cobrar aos cidadãos.

Na apresentação ao parlamento do documento, o ministro das Finanças, João Fadiá, anunciou o aumento dos impostos com destaque para a criação do novo imposto da democracia.

“É uma novidade. Estamos muito dependentes da ajuda externa. É um imposto que pode chegar ao teto máximo de 35.000 francos cfa [53 euros] para quem ganha mais de um milhão de francos cfa [1.500 euros]. Mas a maior parte vai pagar entre 500 [0,76 euros] e 1.500 francos cfa [2,28 euros]”, explicou o ministro.

O imposto tem como objetivo, entre outros, financiar a realização de atos eleitorais no país, quase sempre pagos pelos parceiros internacionais.

João Fadiá disse também que vai passar a ser cobrada taxa de contribuição audiovisual através das faturas da Empresa de Águas e Eletricidade da Guiné-Bissau (EAGB) num valor máximo de 1.000 francos cfa (1,5 euros).

Na apresentação ao parlamento do documento, o ministro das Finanças, João Fadiá, anunciou o aumento dos impostos com destaque para a criação do novo imposto da democracia.

“É uma novidade. Estamos muito dependentes da ajuda externa. É um imposto que pode chegar ao teto máximo de 35.000 francos cfa [53 euros] para quem ganha mais de um milhão de francos cfa [1.500 euros]. Mas a maior parte vai pagar entre 500 [0,76 euros] e 1.500 francos cfa [2,28 euros]”, explicou o ministro.

O imposto tem como objetivo, entre outros, financiar a realização de atos eleitorais no país, quase sempre pagos pelos parceiros internacionais.

João Fadiá disse também que vai passar a ser cobrada taxa de contribuição audiovisual através das faturas da Empresa de Águas e Eletricidade da Guiné-Bissau (EAGB) num valor máximo de 1.000 francos cfa (1,5 euros).